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Agradecimento, Viva a Beleza Natural e Sustentável!

Viva a Beleza Natural e Sustentável! Agradecemos muito a torcida de todos neste evento, Prêmio Ecoera, onde todas as empresas participantes abriram suas agendas para discutirem sustentabilidade em sua cadeia de valor, foram 126 empresas inscritas ficamos entre os 26 finalistas, e desta vez não levamos o troféu, mas estar entre este time selecionado já foi uma enorme vitória.

Continuamos acreditando,  cada vez mais,  que precisamos produzir e consumir de forma mais responsável e sustentável.

Nesta quarta edição do Premio Ecoera que ocorreu no dia 09/11, as empresas foram avaliadas segundo um questionário de avaliação que mede as boas práticas das empresas divididas em três fases: pré-consumo, consumo e pós-consumo.

A fase do pré-consumo refere-se a fase que começa no plantio ou fabricação das matérias primas passando pela criação, desenvolvimento até a chegada das peças nos pontos de venda; a fase do consumo tem como foco o ponto de venda e as relações com os clientes; e a fase do pós-consumo, que mede as práticas positivas no término da vida útil dos produtos e na sua destinação quando descartado.

Vamos então destacar aqui estes pontos importantes que queremos dividir com vocês, sobre o que fazemos sobre estas boas praticas nestas nestas três fases:

Pré consumo:Desde o desenvolvimento dos produtos, os fornecedores são qualificados, as matérias primas são rastreáveis quanto a sua origem, extração e contribuição com economia local.

Não utilizamos matérias primas derivadas de animais, assim como derivados do petróleo, PEGs, silicones por não serem biodegradáveis, também são excluídos de nossa lista de ingredientes, assim como filtros solares químicos, essências sintéticas, parabenos, transgênicos e matéria primas com glúten.

Realizamos testes de eficácia e dermatológico, em laboratório qualificado e credenciado pela ANVISA em nossos produtos, garantindo assim a segurança e credibilidade de uso dos nossos produtos por nossos consumidores.

Valorizando a economia local

A fabrica onde são desenvolvidos e produzidos manualmente nossos produtos é nacional, está há 36 anos no mercado, empregando e gerando mão de obra especializada em fabricação de projetos naturais, gestão de resíduos e cuidado com meio ambiente. O mesmo acontece com nossas embalagens, são produzidas no Brasil, com plásticos que são recicláveis. Para toda nossa arte, nossos designers são brasileiros e estão alinhados também com nossos propósitos, utilizamos em toda nosso material impresso o selo FSC.

Para certificação de nossos produtos veganos, optamos pelo SELO VEGANO emitido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) que é uma organização sem fins lucrativos que opera desde 2003 com recursos advindos de doações de seus filiados e apoiadores, entre outras fontes de receita minoritárias.

Pós consumo – Criando Impacto Socioambiental Positivo

Este ano compensamos 507kg de massa plástica, derivadas de nossas embalagens plásticas que são recicláveis, com a adoção do selo EURECICLO.

As cooperativas de reciclagem são responsáveis pela destinação correta dos resíduos recicláveis, mas raramente são remuneradas por prestar esse serviço ambiental, quando adotamos o selo eureciclo, preenchemos justamente essa lacuna da remuneração proporcional ao serviço, contribuindo para o desenvolvimento do setor de reciclagem no Brasil, cumprindo com toda a regulamentação existente e para a promoção do avanço da reciclagem no Brasil.

Traremos novidades em breve! Enquanto isso, acompanhe nosso trabalho e saiba mais sobre os nossos produtos aqui no site ou no nosso Instagram. E se tiver sugestões de como podemos ser ainda mais sustentáveis, escreva para nós.

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Somos finalistas da quarta edição do Prêmio Ecoera!

Já ouviu falar no Selo Eureciclo? Por meio de uma logística reversa, os idealizadores do projeto destinam o lixo produzido por uma marca para cooperativas e fazem a compensação ambiental dos resíduos produzidos. Dessa forma, impedem que plástico, papel e outros tipos de lixos vão parar no meio-ambiente, causando desmatamento e poluição, e também permitem que famílias se beneficiem financeiramente da reciclagem desse material, estimulando a economia.

Desde julho deste ano, nós da Labot passamos a ter o selo Eureciclo, criando, assim, um novo capítulo na história da nossa marca, que já se preocupa em oferecer produtos naturais e livre de crueldade animal para os nossos consumidores. Afinal de contas, cuidar do meio-ambiente faz parte de cuidar das pessoas. Desde então, conseguimos compensar 508kg de massa plástica que, graças a iniciativa, não foi descartada em florestas, mares e rios.

Esse novo momento, junto com toda a história que já vínhamos contando, nos permitiu sermos finalistas na 4ª edição do Prêmio Ecoera, promovido pelo portal homônimo e com foco em sustentabilidade. A Labot é uma das 26 finalistas, selecionadas entre 129 marcas, de variados setores de consumo, que foram avaliadas desde o processo de criação dos produtos até o momento do descarte de materiais. Os vencedores serão anunciados no dia 09.11, mas estar entre o time selecionado já é uma enorme vitória para nós!

Traremos novidades em breve! Enquanto isso, acompanhe nosso trabalho e saiba mais sobre os nossos produtos aqui no site ou no nosso Instagram. E se tiver sugestões de como podemos ser ainda mais sustentáveis, escreva para nós.:)

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O PRÊMIO ECOERA

O Prêmio EcoEra, idealizado em 2015 pela especialista em sustentabilidade Chiara Gadaleta com o objetivo de analisar os mercados de moda, beleza e design com indicadores socioambientais, chega à sua quarta edição em 2018. Os 12 ganhadores serão revelados no dia 9 de novembro, durante a premiação que acontece na sede da SOS Mata Atlântica, em São Paulo.

Único a analisar o mercado com base em indicadores de sustentabilidade e desde a edição anterior com o olha também voltado para questões, O Premio ECOERA é fruto do amadurecimento do Movimento ECOERA, criado por Chiara em 2008, com o desafio de unir os setores da industria sob a ótica da sustentabilidade ambiental, social, econômica e cultural.

“As empresas inscritas abriram suas agendas para discutir sustentabilidade em sua cadeia de valor. Com isso, nosso levantamento passou a ser visto como uma ferramenta de autoanalise por parte das empresas e, de procedencia, por parte dos consumidores finais cada vez mais conscientes” explica Chiara Gadaleta.

Para esta edição as empresas preencheram um questionario de avaliação que mede as boas praticas das empresas divididas em três fases: pré-consumo, consumo e pós-consumo. A fase do pré-consumo refere-se a fase que começa no plantio ou fabricação das matérias primas passando pela criação, desenvolvimento até a chegada das peças nos pontos de venda; a fase do consumo tem como o ponto de venda e as relações com os clientes; e a fase do pós – consumo que mede as praticas positivas no termino da vida útil dos produtos e na sua destinação quando descartado.

As 26 empresas finalistas foram analisadas de acordo com a sua atuação e impacto em quatro categorias: “Planeta”, pontuação que avalia práticas relacionadas ao meio ambiente; “Pessoas”, para as ações relacionadas aos trabalhadores e comunidades locais; “Gênero”, categoria que avalia empresas que concentram esforços para avançar em igualdade de gênero e empoderamento das mulheres; e por fim o “EcoEra”, que abrange as três categorias, sendo o prêmio de maior importância atribuído à empresa de maior pontuação. Em cada uma das categorias serão premiadas pequenas (até 49 funcionários) e grandes empresas (acima de 250 funcionários).

São finalistas Labot Green Cosmetics, C&A, Pantys, Farm, Damyller, Agama, Mentah, Proposta Verde, Bemglo, Comas, EcoModas, Face it natural, Gaia Alforges, RosaP, Ipadma, LAB77, Maré Relógios, Alhma, Bléque, Envido, Mescla, Timirim, Coletivo de Dois Roupas, KITECOAT, , Rhodia e Undo.

Nessa quarta edição, 129 marcas se cadastraram e discutiram questões sociais e ambientais em toda sua cadeia produtiva. “Esse número mostra o amadurecimento do mercado de moda, beleza, design com indicadores de sustentabilidade”, complementa Chiara.

As finalistas foram avaliadas por um time de conselheiros composto por onze nomes:Felipe Ribenboim (da FRU.TO), Frinéia Rezende (do Legado das Águas), Letícia Veloso (da Index Assessoria), Márcia Hirota (da SOS Mata Atlântica), Patrícia Cota Gomes (Imaflora e Selo Origens), Paulina Chamorro (Portal ECOERA), Rachel Añon(Ponte a Ponte Empreendedorismo Socioambiental), Rachel Maia (Projeto Capacita-me), Renata Meirelles Solé (da Associação Brasileira de Estilistas), Luiza Lorenzetti (da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e WansSpiess (do Projeto CalçadaSP).